Monthly Archives: February 2011

Things to Do When You’re Blue: #9 – Paint Something

 

 

 

 

 

 

 

 

furniture = things like tables, chairs, beds, etc (Portuguese equivalent = mobília)
to surround = to have things around (Portuguese equivalent = cercar)
uplifting = something that raises your mood, your spirits, makes you feel better (Portuguese equivalent = inspirador, edificante)

“52 Silly Things To Do When You are Blue”, is a cute little deck of cards written by Lynn Gordon and illustrated by Susan Synarski. Ms. Gordon has written several wonderful books and decks of inspirational cards, that you can find and purchase here. Please pay a visit to this website and enjoy her work!

When you get blue on Sunday afternoons, just drop by for some ideas on how to lift your spirits! (I’ll help you out with any difficult vocabulary)

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Just a quote…

“Be happy. It’s one way of being wise.”
Sidonie Gabrielle Colette

I couldn’t agree more.

Read more: http://www.brainyquote.com/quotes/quotes/s/sidoniegab161700.html#ixzz1EtdXbgvD

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What do they want from me anyway?

Pilots have been under a lot of pressure since 2007, when ICAO‘s Language Proficiency Requirements started being applied in Brazil by ANAC, through their Santos Dumont English Assessment. And even now, 39 months later, a lot of pilots, including those who achieved level 4 and are about to take the test for the second time still ask me: “what do they want from me anyway?”

When pilots say “they”, they mean ANAC. But “they” is actually ICAO, because all ANAC is doing, as well as the Civil Aviation Authorities of several other countries who are members of ICAO, is implement ICAO’s guidelines as laid down in their DOC 9835.

You can find this information here.

Aviation Language – page 89
Events and domains – page 93
Priority lexical domains – page 98

I hope it helps!

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Os pilotos estão sob forte pressão desde 2007, quando os Requisitos de Proficiência Lingüística da OACI começaram a ser aplicados no Brasil pela ANAC, através de seu Santos Dumont English Assessment. E agora, 39 meses depois, vários pilotos, inclusive aqueles que atingiram o nível 4 e devem fazer o teste pela segunda vez ainda me perguntam: “Mas afinal, o que eles querem de mim?” 

Quando os pilotos dizem “eles”, referem-se à ANAC, mas “eles” na verdade é a OACI, porque a ANAC, assim como as Autoridades de Aviação Civil de diversos países membros da OACI, está apenas implementando as orientações divulgadas pela OACI em seu DOC 9835.

Essa informação pode ser encontrada aqui.

Linguagem da Aviação – página 89
Eventos e áreas do vocabulário – página 93
Principais áreas do vocabulário – página 98

Espero que isso ajude!

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Expression of the week: Give somebody the third degree

“Give somebody the third degree”.

Portuguese equivalent: “interrogar alguém”.

Sample sentences:

“Every time I get home after 11pm my Mom gives me the third degree“.

“I haven’t done anything wrong! Why are you giving me the third degree?”

Ainda está difícil entender a expressão? Que tal uma aula?

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Translation and Interpretation #3

My devout reader João asked me the other day to write something about the different types of interpretation I do. That was actually a great idea, seeing that people who don’t actively work in this area (namely translators and interpreters themselves, as well as the agencies who hire their services) don’t usually know the difference among the several types of interpretation. This is the third post of a series, come back soon for the others!

After having clarified the difference between translation and interpretation, and having discussed simultaneous interpretation, let’s take a look at consecutive interpretation, another important variety of interpretation.

The typical environment for a consecutive interpretation would be a fairly small meeting or presentation (small meaning with a small number of participants and a short time), in which most of the people speak one language, but the people who are going to do most of the talking speak a different one. This usually applies to negotiations, meetings, guided visits, etc when there are more than four or five foreigners.

Another situation in which consecutive interpretation is used is when, despite the large proportions of an event, its organizers could not afford to hire simultaneous interpretation.  That’s not ideal, you’ll see why.

Unlike simultaneous interpretation, this variety demands no special equipment: all the interpreters need is themselves, pen and paper. Sometimes, a sound system is used so that the interpreters don’t have to yell.

Ideally, the interpreter will have time to talk to all the speakers before the event starts so that they can establish some ground rules in order to assure that things will go on smoothly. These rules generally define how long the speakers may speak before the interpreter starts delivering their version of that portion of speech. This time varies, reaching up to 20 minutes. There should be a balance between the time allotted to the speakers and that allotted to the interpreter, otherwise people may lose interest in the topic or have difficulties following the speakers’ line of thought.

While the speakers are talking, the interpreter takes notes of what they are saying so that they can later give a faithful rendition of what was said, although not with the same words. This kind of interpretation requires total concentration from the interpreter, besides excellent note-taking skills and an ability to summarize information without leaving anything important out.

It is clear to see that consecutive interpretation is quite demanding and tiring and there’s an added complication to take into account: the interpreter will be in plain view of the audience while working. It may sound silly, but this is a stress factor for us! We’re used to being in the safety of our soundproofed booths; it’s not that easy to concentrate when you have several sound and visual stimuli coming from the audience and the environment itself. But we get by…

Well, the last type of interpretation we’re going to discuss is whispered interpretation. Would you venture to guess? Find out on the next and final post of the series!

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Meu dedicado leitor João outro dia pediu que eu escrevesse algo sobre os diferentes tipos de interpretação que eu realizo. Essa foi mesmo uma ótima ideia, já que as pessoas que não trabalham ativamente nessa área (tradutores e intérpretes, assim como as agências que os contratam) normalmente não sabem a diferença entre os diversos tipos de interpretação. Este é o terceiro post de uma série, volte em breve para ver os outros!

Após termos esclarecido a diferença entre tradução e interpretação,  e termos falado sobre interpretação simultânea, vamos abordar a interpretação consecutiva, outra importante variante da interpretação.

O ambiente típico de uma interpretação consecutiva seria uma reunião ou apresentação relativamente pequena (pequena no sentido de poucos participantes e de curta duração), na qual a maioria das pessoas fala um idioma, mas as pessoas que vão ter que se pronunciar mais falam um idioma diferente. Isso normalmente se aplica a negociações, reuniões, visitas guiadas, etc, quando há mais de quatro ou cinco estrangeiros.

Outra situação na qual a interpretação consecutiva é utilizada é quando, apesar das grandes proporções de um evento, seus organizadores não puderam arcar com o custo de contratação da interpretação simultânea. Não é o ideal, você verá por que.

Ao contrario da interpretação simultânea, esta variante não exige nenhum equipamento especial: tudo o que os intérpretes precisam é eles mesmos, papel e caneta. Às vezes, um sistema de som é utilizado para que os intérpretes não precisem gritar.

O ideal é que o intérprete tenha tempo de falar com todas as pessoas que vão se pronunciar com mais freqüência antes do início do evento, para estabelecer com eles algumas regras básicas e garantir assim um evento tranqüilo. Essas regras geralmente definem o quanto os participantes devem falar antes de o intérprete começar a transmitir sua versão daquele trecho. Esse tempo varia, podendo chegar a 20 minutos. Deve haver um equilíbrio entre o tempo destinado aos participantes e o tempo destinado ao intérprete, para que os outros participantes não percam o interesse no tema, ou tenha dificuldades para seguir a linha de raciocínio de quem está falando.

Enquanto os participantes estão se pronunciando, o intérprete toma notas do que eles estão dizendo para poder mais tarde apresentar uma versão fiel do que foi dito, embora não com as mesmas palavras. Este tipo de interpretação exige total concentração do intérprete, além de uma excelente habilidade de tomar notas e a capacidade de resumir a informação sem deixar de fora nada importante.

É fácil ver que a interpretação consecutiva é bastante exigente e cansativa, e há um agravante a ser considerado: o intérprete estará à vista de todos enquanto trabalha. Pode parecer bobagem, mas esse é um fator de stress para nós! Estamos acostumados a ficar na segurança de nossas cabines à prova de som, não é fácil manter a concentração quando há vários estímulos auditivos e visuais vindo do público e do próprio ambiente. Mas a gente se vira…

Bem, o último tipo de interpretação que vamos discutir será a interpretação sussurrada. Quer arriscar um palpite? Descubra no próximo e último post desta série!

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Things to Do When You’re Blue: #8 – Childhood Food

 

 

 

 

 

 

 

 

potluck = a lunch or dinner where each guest is supposed to bring some food to share with the others (Portuguese equivalent =cada um traz um prato)
pig-in-a-blanket = a sausage wrapped in dough (Portuguese equivalent = mini cachorro-quente)
rice crispy treats = little puffy squares made of wheat, sugar molasses and butter (Portuguese equivalent = quadradinhos de arroz doce)

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So much to do, so little time!

I’ve been so busy teaching, translating, exercising and living that the blog has been forsaken, poor thing… But I promise I’ll get down to work this weekend! Just wait and see!

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